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Habilitação e Reabilitação Cognitiva

Habilitação e reabilitação cognitiva na Espaço Equilibrium: construindo e restaurando caminhos

A reabilitação cognitiva é um processo terapêutico voltado para restaurar, compensar ou adaptar funções mentais que foram comprometidas por condições neurológicas, psiquiátricas ou degenerativas.

O tratamento atua sobre habilidades como atenção, memória, linguagem, raciocínio lógico, percepção e funções executivas, com o objetivo de melhorar o desempenho funcional nas atividades cotidianas, promovendo autonomia e qualidade de vida.

As intervenções podem envolver exercícios estruturados, uso de tecnologias assistivas, estratégias compensatórias e treinamento de habilidades específicas, de acordo com as necessidades individuais de cada paciente.

A reabilitação cognitiva é recomendada para pessoas que apresentam alterações cognitivas decorrentes de:

  1. Acidente Vascular Cerebral (AVC)
  2. Traumatismo Craniano (TCE)
  3. Demências (como Alzheimer)
  4. Transtornos do Neurodesenvolvimento (como TDAH)
  5. Condições psiquiátricas que afetam o funcionamento cognitivo.
A terapia é estruturada e pode incluir:

  1. Jogos cognitivos e tarefas de memória
  2. Treino de atenção e raciocínio
  3. Uso de softwares terapêuticos
  4. Estratégias compensatórias para o dia a dia.

O acompanhamento pode ser realizado por psicólogos, neuropsicopedagogos, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos, conforme o caso.

A reabilitação neuropsicológica é uma abordagem mais ampla, que inclui a reabilitação cognitiva e também considera os aspectos emocionais, comportamentais e sociais do paciente.

Indicada para pessoas com lesões cerebrais, doenças neurodegenerativas, transtornos do neurodesenvolvimento e condições psiquiátricas, essa modalidade terapêutica tem como objetivo favorecer a adaptação às limitações, fortalecer potencialidades e promover a reintegração social e funcional.

O que faz

O tratamento atua no desenvolvimento e reorganização das funções cognitivas, na regulação emocional e comportamental e na adaptação às demandas do ambiente social e familiar.

A reabilitação neuropsicológica utiliza um modelo holístico e interdisciplinar, considerando o paciente de forma integral. As principais estratégias incluem:

  1. Treino cognitivo: exercícios voltados à atenção, memória, linguagem e funções executivas.
  2. Psicoeducação: orientação ao paciente e familiares sobre o quadro clínico.
  3. Estratégias compensatórias: uso de ferramentas e adaptações para lidar com déficits cognitivos.
  4. Intervenções comportamentais e emocionais: manejo de ansiedade, depressão e impulsividade.
  5. Planejamento de atividades de vida diária (AVDs): incentivo à autonomia e funcionalidade.

Essa abordagem envolve profissionais como neuropsicólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e neurologistas, entre outros.

Para atuação na área, as principais formações são:

  1. Neuropsicologia
  2. Reabilitação Neuropsicológica
  3. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
  4. Psicologia Hospitalar ou da Saúde
  5. Psicopedagogia (em casos de atendimento infantil).

Enquanto a reabilitação cognitiva tem foco específico nas funções mentais, a reabilitação neuropsicológica adota uma visão mais ampla, integrando aspectos emocionais, comportamentais e sociais.

Em outras palavras, a neuropsicológica representa a junção entre a reabilitação cognitiva e a intervenção psicológica avançada, utilizando princípios da neuroplasticidade para potencializar a recuperação.

A reabilitação psicológica tem como foco a restauração do equilíbrio emocional e comportamental, sendo indicada para pessoas com transtornos mentais como depressão, ansiedade, TOC, TEPT, entre outros.

O objetivo é promover o bem-estar emocional, fortalecer a autonomia e melhorar a adaptação social do indivíduo.

  1. Comportamentos disfuncionais.
  2. Psicoterapia Psicodinâmica: compreensão de conflitos internos e padrões inconscientes.
  3. Terapias Integrativas: mindfulness, arteterapia e terapia em grupo.
  4. Treinamento de Habilidades Sociais: melhora da comunicação e das relações interpessoais.
  5. Psicoeducação e suporte emocional: fortalecimento da autoestima e autonomia.
  1. Psicologia Clínica
  2. Terapia Cognitivo-Comportamental
  3. Psicoterapia Psicodinâmica
  4. Psicologia da Saúde Mental
  5. Reabilitação Psicossocial.
  6. Essas formações são voltadas principalmente para psicólogos, mas também podem envolver psiquiatras e assistentes sociais, em equipes multidisciplinares.